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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Carol de Arcano Soturno

Carol
Arcano Soturno

Eu me lembro como se fosse ontem...
O corpo dela, sem vida, naquele túmulo aberto dentro da capela. Com flores enfeitando seu ataúde, cobrindo parte de seu longo cabelo negro, que mais parecia o véu da noite em meus sonhos pálidos.
Carol em seu descanso eterno, como uma estátua divina, permanecia indiferente às minhas lágrimas de sangue. Deslizando sobre meu rosto igualmente pálido, mas imortal.
A noite também foi indiferente, talvez por estar saturada e complacente com a nossa dor, foi indiferente perante os mortos na capela. Perante os parentes, os amigos e vizinhos. Todos mortos, todos hipócritas, responsáveis pelo assassinato de Carol em nome de uma religião cega pela Inquisição.
Parece que foi ontem... matamos todos eles, na capela, na cerimônia do funeral de Carol. Ainda me lembro nitidamente do sangue espalhado pelo chão. E o sangue deles foi doce de se saborear, porque tinha gosto de vingança. Mas a perda de Carol foi para todos nós amarga demais.
Naquela noite deixamos a lua banhar seu corpo, e ela beijou a pele pálida de Carol como uma mãe recebendo a filha em seus braços.
E eu chorei, chorei muito. Minha revolta maior foi ver Carol cercada por uma cerimônia religiosa, a mesma responsável por sua morte e que agora decorava seu funeral com anjos, santos, cruzes e velas. Como se estivessem comemorando mais uma vitória sobre nós. Mas Carol NUNCA foi uma de nós!
Ela, na verdade, era apenas minha. Sem nunca ter sido...

A tragédia aconteceu numa noite de lua cheia, igual a essa em que eu chorava sobre seu túmulo, derramando minhas lágrimas de sangue sobre sua pele pálida.

Eu queria matar a Carol, mas ela morreu...

Descobri nos lábios rubros e noturnos de Carol o beijo que me acorrentaria em sua alma para sempre. Apresentei-a aos meus amigos vampiros, homens e mulheres com centenas de anos caminhando pela estrada noturna dos mortos-vivos.

Eu queria matar a Carol, mas ela morreu...

Carol amava a todos nós, e todos nós amávamos Carol. Principalmente eu, que estava cada vez mais envolvido com seu encanto de viva. E ela, cada vez mais ligada ao meu sentimento frio de morte.

Eu queria matar a Carol, mas ela morreu...

Alguns de nosso grupo tentaram abraçá-la com os dentes em seu pescoço. Queriam que ela fosse também uma vampira, como nós. Mas eu não deixava. Nunca deixei. Carol era minha, e apenas minha. Eu a amava tanto que se alguém tivesse que iniciá-la nos caminhos vampíricos da morte, esse alguém seria eu.

Eu queria matar a Carol, mas ela morreu...

Toda noite nos encontrávamos. E corríamos sob o luar. Livres! Éramos morcegos, éramos lobos, éramos corvos, felinos e corujas no meio da natureza noturna. E Carol sorria, sorria numa felicidade tão grande em nos acompanhar, que parecia ser mais da noite que todos nós! E ela sempre ficava para trás, não conseguia nos acompanhar em nossas correrias pelos campos e bosques noturnos, tamanha era a velocidade de nossos passos. Mas eu sempre voltava e buscava Carol, e seus lábios sempre me recebiam...

Eu queria matar a Carol, mas ela morreu...

Essas lembranças ainda ferem meu coração. Ainda vejo o corpo de Carol naquele túmulo, e eu quebrando todas as decorações religiosas da capela, numa fúria cheia de dor pela perda de Carol.

Eu queria matar a Carol, mas ela morreu...

E foram eles! Aqueles malditos religiosos da Inquisição, que arruinaram minha felicidade com Carol. Eles saíram de suas igrejas à noite, com tochas e garruchas nas mãos. Prontos para caçar vampiros nas redondezas. Estávamos de passagem por aquela aldeia, quando encontramos Carol e eu prometi levá-la conosco.

Eu queria matar a Carol, mas ela morreu...

Não éramos da aldeia, mas eles acreditavam que éramos os mortos de seu cemitério, saídos de seus túmulos graças às possessões de seus demônios. E numa fé cega em nome de uma religião povoada por demônios que desconhecíamos, eles nos seguiram com suas armas. Mas éramos mais velozes, conseguimos fugir, mas...

Eu queria matar a Carol, mas ela morreu...

Como sempre, Carol não conseguia nos acompanhar. E as armas que nos deixavam apenas com ferimentos leves, puderam prejudicar bastante o corpo mortal de Carol, a ponto de matá-la.
Eu voltei! Não podia ficar sem Carol naquela noite em que a lua abençoava nossos passos. Tentei desesperadamente torná-la uma de nós, tentei matá-la! Para que ela pudesse ser uma vampira e ter nossa força, mas tarde demais...

Eu queria matar a Carol, mas ela morreu...

Fugimos. Com o coração ferido, deixei Carol para trás. Mas voltamos para o funeral de Carol, e de surpresa atacamos e matamos todos eles. E é por isso que estávamos naquela capela, no funeral de Carol, com os olhos imersos em lágrimas de sangue.
Um por um, todos se despediam de Carol e saíam da capela. Eu fui o último.
Pela última vez senti a doçura de seus lábios, mesmo mortos, quando a luz da lua penetrava por uma das janelas da capela, banhando a pele pálida de Carol.

Eu queria matar a Carol, mas ela morreu...

Hoje fecho este diário, deixando que minhas lembranças fiquem apenas nestas páginas, para que meu coração volte a ser livre novamente. Livre, como era livre o coração de Carol, sempre correndo com a natureza e a lua acolhendo seus passos. Longe da religião que aprisionava sua aldeia e cada vez mais próxima da liberdade.
Eu queria lhe dar a liberdade, a lua, a natureza, a noite... mas ela morreu.
Naquela noite, depois de todos terem saído da capela, um por um, mergulhando nas sombras da noite como morcegos, eu me despedi de Carol e corri o mais rápido que podia, como um lobo.
Corri, corri, corri...
Entre os bosques, corri, como um lobo.

Ela me esperava no alto de um precipício.
E eu corri ao seu encontro, corri, corri, corri...
E quando cheguei no alto do precipício, lá estava ela!
A lua cheia! Lá estava ela!
Banhando minha alma, abraçando todo o meu corpo.
E eu uivei para a lua. Uivei, uivei...
...”Perdoe-me lua, eu queria matar a Carol, mas ela morreu!”.
E eu fui levado pela nuvem de morcegos, caindo do precipício em direção às sombras da noite, voando como um morcego, livre e acompanhado de meus inseparáveis amigos.
Enquanto isso, de forma espectral, o rosto de Carol aparecia na lua. Ela sorria por todos nós...
... livres

terça-feira, 13 de maio de 2008

Aumento no preço dos alimentos

O preço dos alimentos na Europa subiram demais, mas não acho que tenha alguma coisa haver com os biocombustíveis ( se tiver aí é culpa do alcool de milho americano) a batata sai E$ 2,00 o quilotomate E$ 8,20 o quilo, isso porque os tomates vem da Espanhabanana E$ 3,70 o quilo ( origem, Brasilabacaxi E$ 6,28 o quilo ( 2 abacaxis) ( origem Brasilabacate E$ 11,13 o quilo ( origem, Brasilmelancia E$ 8,00 uma unidade de 4kglatinha de coca cola E$ 1,39duzia de ovos E$ 2,10 em média os preços subiram mais de 30%, está todo mundo reclamando, mas isso em minha opinião é culpa da desvalorização do dólar, se o Brasil mandava um container de bananas para a França digamos por U$ 1000,00 e o dólar desvalorizou 18% nos últimos meses, e agora está U$ 1180,00, não é que ficou mais caro, é simplesmente porque o dólar esta caindo e o mesmo vale para o petróleo todo dia sobe o preço do barril porque o dólar todo dia cai, só que é muito mais cômodo para os líderes mundiais tanto os de esquerda quanto os de direita, arranjar o bode expiatório dos biocombustíveis para colocar a culpa. Imagine só a catástrofe mundial que seria se o mundo admitisse que a economia americana está na UTI, no outro dia o dólar despencaria para R$ 0,50 e seria uma catástrofe economica mundial de proporções incalculaveis, as reservas em dólares tanto do Brasil quanto do resto do mundo, não valeriam mais nada, o ouro iria para uns R$ 400,00 o grama. Então enquanto as forças ocultas ficarem tomando cafezinho e colocando a culpa nos biocombustiveis pela inflação mundial, ainda dá pra ir levando e faço votos que a economia americana se recupere, senão a coisa pode começar a ficar feia por aqui também

terça-feira, 29 de abril de 2008

Recuperar forros de porta do VW Santana





O VW Santana, todos eles fabricados entre 1984 a 1999, principalmente os mais antigos, tem um grave problema de descolamento do acabamento dos forros laterais das portas. Em alguns casos com o tempo o papelão do forro também se desgasta, estraga, mas na maioria das vezes o forro de porta pode muito bem ser recuperado, e dentro dos padrões originais do veículo como este forro que eu mesmo recuperei, foram mantidas os 2 frisos de aluminio superior e inferior, o puxador de porta e usei 2 materiais, tecido aveludado e na parte de cima couro ecológico, esse forro apresentava esgarçamento no buraco aonde encaixa-se o puxador de porta e os buracos aonde se parafusa as laterais também, para reparar isso eu fiz uma recuperação na parte detrás dos forros com fibra de vidro.


Material necessário para recuperação total dos 4 forros de porta


1 metro de couro ecológico ( não use courvin ou corino que não dá certo) R$ 21,00 no forro da imagem eu usei o couro ecológico na parte superior, assim pode molhar quando chove que ele é mais resistente do que o veludo)


2 metros de tecido aveludado navalhado ( usei o o mesmo do Diplomata) R$ 62,00


1 lata de cola adesiva ( cola de sapateiro) R$ 18,00


1 lata de removedor R$ 5,00


1 lata de adesivo de adesivo especial para fibra de vidro + 2 catalisadores R$ 25,00


1 pacote de manta de fibra de vidro R$ 21,00


Primeira parte: Desmontando o forro.


1 alicate bico fino


1 navalha ou uma faca bem afiada


1 tesoura


1 pincel


1 luva de latex


1 máscara de pintura


Retire o forro de porta, e coloque-o sobre uma bancada, a primeira coisa que você deve fazer é retirar os frisos de aluminio do forro e a pestana superior e guarda-los com muito cuidado, para retirar os frisos de aluminio, você deve ir soltando eles por trás com o alicate de bico fino. Em seguida solte o porta trecos do forro de porta retire-os e guarde também.


Recuperando irregularidades no forro com fibra de vidro ( se necessário)


passe um pano com removedor em toda a parte de trás do forro de porta, aonde estiver rachado, furado ou faltando pedaço no forro você vai recortar a fibra de vidro e colocar por cima, para preparar o adesivo para fibra de vidro, use as luvas e a mascara, em um recepiente a parte pingue entre 11 e 20 gotas ( para 200ml de cola) e com o pincel passe sobre a manta de fibra até ela se desmanchar nas bordas, após 40 minutos, se necessário aplique mais uma camada, deixe esperar 3 horas ( o melhor é de um dia para outro) e lixe deixando lisinho, se vc aplicou fibra para tampas furos esgarçados, você terá de fazer novos furos com o auxilio de uma furadeira com broca fina, o mesmo vale caso vc tenha tampado o furo aonde vai o pino de encaixe do puxador de porta




Segunda parte: Retirando o tecido velho e preparando o forro


Retire o forro velho, basta puxar que ele sai, no forro da imagem, eu só retirei até o arremate do friso inferior, fiz isso porque se fizesse o forro aveludado até embaixo, acumularia sujeira já, assim sendo do friso para baixo mantive o original, que no meu caso era plastico imitando couro. Uma vez retirado o forro, passe removedor ( esse que eu coloquei na lista é de uso doméstico) no forro, retirando todas a sujeira que porventura ainda tenha no mesmo.


Terceira parte. aplicando o couro ecológico


Primeiro nós vamos colar o couro ecologico na parte superior do forro, corte a quantidade necessária do material com dois dedos de folga ( para dobra-lo depois nas laterais e na parte de cima) passe a cola e espere 1 minuto ( se a cola de sapateiro for de boa qualidade, senão 3 ou 4 minutos) aí vc aplica o couro ecológico do meio para as bordas, com um pano umido vá esfregando a couro por toda a parte, dobre ele nas bordas, passe um pouco de cola na parte detrás do forro e dobre o couro por cima, esfregue o pano ali por alguns minutos e pegue alguns prendedores de roupa e prenda-os por toda extensão do forro bem como na parte lateral.


Passadas 2 horas após ter feito isso, notas-se que há rebarbas de quase 2 dedos além da " linha" do friso superior, com o estilete você irá cortar com calma e sem pressa essa rebarba, de modo que a borda do couro fique bem rente e que se esconda depois ao ser recolocado o friso.

Quarta parte. Aplicando o veludo

Após ter aplicado o couro sintético, aplicaremos então o tecido de veludo.

Corte o tecido de modo que sobre 3 dedos nas laterais e 4 dedos nas bordas superios e inferior. passe cola no " buraco" do forro de porta primeiro ( a parte que tem o maçaneta interna e o encosto do braço) é por ali que o forro deve começar a ser colado, cuidado pra não passar cola demais e nem deixar cair cola no veludo, depois de passada a cola, espere 1 minuto e aplique o forro, vá esticando ele do centro as borda ( as bordas que me refiro, são as bordas do descansa braço e não do forro todo) com calma e paciência, espere uns 15 minutos e passe cola no restante do forro e vá alisando e esticando, principalmente na saliencia que começa aonde coloca-se o braço e termina quase encostando no friso inferior, passe cola na parte detrás do forro e dobre ele por cima, e, como prenda com prendedor de roupa e deixe secar por 2 horas.

Quinta parte, acabamento

Essa é a parte mais importante de todo o proceso, após colados o couro e o veludo, você nota que tem pelo menos 1 dedo de sobra de tecido, tanto na parte superior quanto na inferior, dessa vez, nós não iremos cortar rente como fizemos com o couro, nós iremos cortar o tecido com uma navalha de modo que ele fique quase encostando no couro ( parte de cima) e no forro antigo que não foi cortado ( parte debaixo) se necessário for, coloque um material grosso qualquer por baixo das rebardas e corte com a navalha de modo que a lãmina não atinja o forro, corte com paciência e calma o corte da rebarba deve ser perfeito, na parte de cima aonde termina o couro e tem aquela curvatura do molde do painel de instrumentos, vc dobra a rebarba do forro, aplica cola e a prende com prendedor de roupa, lá na parte inferior, no fim do friso, após a lâmina chegar ao final do molde do friso, deixe uma rebarba de 1cm, dobre ela, estique e passe cola por trás do forro e prenda com prendedor de roupa, espere meia hora, agora vamos recolocar os frisos de aluminio.

Os frisos de aluminio são muito delicados, a primeira coisa que você deve fazer é esticar as " tachinas" deles e vagarosamente encaixe elas no furo original que está fechado pelo tecido de veludo, se necessário for, antes de colocar, fure o local com um prego ou algo pontiagudo apenas para desobstruir para a tachinha do friso se encaixar. faça isso e recoloque o friso e por trás dele, dobre as tachinhas do jeito que estava antes. repita o procedimento no friso inferior.

Passe cola na parte de trás do forro, mas precisamente na borda do corte aonde vai a maçaneta interna, com uma navalha, faça um corte em H no veludo e dobre eles para trás de modo que fique a rebarba colada por trás do forro. com um objeto perfurante, faça o furo do controle remoto do retrovisor, manivela de vidro( se houver) faça um furo também no buraco aonde se encaixa o parafuso de fixação do puxador de porta.

Recoloque novamente a pestana do forro de porta ( No meu a pestana é do Santana 98,) a do mais antigo deve-se ter cuidado para não amassar o acabamento do aluminio, faça o furo do pino da porta e encaixe o forro na porta e conclua a montagem. Repita o procedimento nos outros forros de porta

Custo total aproximado: Sem mão de obra R$ 152,00

Tempo aproximado na execução do serviço: 4,5 horas cada forro






Pneus Pretinhos

A maioria dos limpa pneus existentes no mercado não são bons, meia hora depois de passados nos pneus, eles ficam limpos, no entanto foscos, com exceção dos limpa pneus gel esses são bons e duram um pouco mais, mas tem pouco rendimento e relativamente custa caro
Essa dica vou ensinar a vc mesmo fazer o seu limpa pneus com efeito superior ainda ao do gel
material necessário
1 litro de glicerina ( não precisa necessariamente ser 1 litro, vc compra na farmácia(
1 litro de alcool combustivel
Misture na proporção 50% glicerina e 50% alcool, essa é uma boa proporção, e dura bastante o produto após aplicado nos pneus

Gambiarras e truques automotivos

Palhetas do limpador de parabrisa
Geralmente por melhor que seja a palheta, elas costumam durar menos de 1 ano, isso se dá devido ao acumulo de particulas de monóxido de carbono, presentes em nossas cidades que impregnam no parabrisa e nas borrachas da palheta, tornando-as ineficientes. Esse " truque" prolonga em mais 50% do mínimo a durabilidade do componente.
Faz o seguinte
Antes de lavar o carro, pegue uns 200ml de gasolina, passe em um pano de preferencia branco e passe no parabrisas do veículo, vc notará que o pano ficará preto da sujeira acumulada no parabrisa que até então era invisível aos olhos, faça a mesma coisa nas lâminas da palheta e espere uns 2 minutos, em seguida lave o carro normalmente com shampoo automotivo ou detergente neutro, passando bastante sabão no parabrisa e nas palhetas que é para tirar totalmente a gasolina. Recomendo que esse procedimento seja feito apenas quando for lavar o carro, que é para se ter certeza que a gasolina será totalmente removida e não vai ficar nanhum vestigio nas borrachas ou palhetas

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Como eu queria

Como eu queria

Com eu queria poder sentir
O gosto doce de seu beijo
O perfume de sua pele
A maciez de seus cabelos
E o calor de seu corpo junto ao meu

Como eu queria me lembrar
De como é bom, ter sede e beber água
De como é bom, sentir o cheiro da comida
O aroma suave do café
E dar uma boa tragada em um cigarro

Como eu queria que você soubesse
Que, quando estás dormindo
Estou ao seu lado lhe velando o sono
Que suas lágrimas de saudade
Molham esse coração que já não bate mais

Como eu queria voltar no tempo
Para lhe dar todo o tempo que tivesse
Te amar o quanto eu pudesse
Quando tinha tempo, não tive tempo pra dizer que te amo
Agora tenho a eternidade para lamentar por isso

Como eu gostaria de dormir
Dormir de novo e sonhar novamente com o sonho da minha vida
Minha vida foi um sonho que eu julgava ser realidade
Mas agora que acordei na eternidade
Sei que minha vida foi apenas um sonho

fmn

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Brasileiro = otário

A cada dia que se passa me surpreendo cada vez mais com o brasileiro, é muita estupidez para apenas uma nacionalidade.
Nossa economia vive as custas do crediário e do cartão de crédito, hoje é possível comprar carro em 84 prestações, imagine só você, o cara compra um carro Zero km hoje, e só vai acabar de pagar em 2014, é um bom negócio para o lojista, para os bancos, menos para o coitado que comprou, pois o carro deprecia o valor, no fim das contas ele comprou um bem que vale digamos 22 mil, vai pagar 40 e no fim o carro só vai valer 14 mil, negócio como esse só existe aqui, no Brasil.
E os bancos vão muito bem obrigado, não existe nenhuma outra empresa no mundo que consiga triplicar seus lucros da mesma maneira que nossos bancos conseguem, e tudo legalizado e dentro da lei, isso mata de inveja qualquer mafioso italiano, ou narcotraficante colombiano
Falando em mafioso, que diferença tem o mafioso do banqueiro?
É que o mafioso é mais honesto, nada de contratos de letras miúdas, é na palavra e pronto